Homenagem aos Professores

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Homenagem do vereador Pedro Lucas Fernandes

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Reproduzo aqui, emocionado, o artigo escrito por meu filho, vereador Pedro Lucas Fernandes, em minha homenagem.

Pais e filhos

Por Pedro Lucas Fernandes*

“Todo mundo acha comum quando o filho segue os passos do pai médico. É louvável quando o filho segue a carreira do pai advogado. Filho de político quando quer se tornar político, há quem ainda veja com ressalva. Como se filho de político não fosse cidadão, não tivesse o direito de participar do exercício da democracia‘

Estamos mais próximos do Dia das Mães, porém gostaria de inaugurar este espaço, que pretendo dividir mensalmente com vocês, falando sobre os pais. São apenas pensamentos soltos. Não tenho a pretensão de ser um literato. É somente para acompanhá-los enquanto tomam o café.

O dicionarista António Houaiss dá mais de uma dezena de significados ao termo. Vai de “homem que gerou um ou mais filhos; genitor, progenitor”, passa por “aquele que pratica o bem, que beneficia, ajuda ou favorece algo ou alguém; benfeitor, protetor” até chegar em “a primeira pessoa da Santíssima Trindade” — e aconselha que se grafe este último com inicial maiúscula. Há também outra dezena de locuções como “pai da pátria” (defensor de um país), “pai das queixas” (delegado de polícia) e “pai de todos” (dedo maior das mãos).

Houaiss explica ainda que a palavra é provavelmente objeto da evolução do latim “patre”, que chega a pai por influxo da linguagem infantil, que se manifesta ainda nas formas de redobro: papá, em Portugal, e papai, no Brasil.

Por uma imposição social, cultural e talvez econômica, o pai é visto como provedor da casa. A ele cabe garantir o sustento da família, trazer o alimento. Tarefas como dar banho, fazer o mingau e ajudar o filho que acorda chorando à noite, geralmente são delegadas à mãe, como se esse cuidado fosse uma característica inata da mulher, inalcançável para o homem. Vejam o quanto ainda precisamos evoluir.

Na educação dos filhos, é também comum uma maior participação das mães. São elas que, na maioria das vezes, vão às reuniões de pais e mestres na escola. É também encargo delas ajudar o filho a fazer a lição de casa. Hoje se sabe que a educação, para ser equilibrada, necessita da participação do pai e da mãe. A falta de um modelo na educação, masculino ou feminino, como alguém já disse, implica quase sempre em um desequilíbrio naquele que é educado.

A psicologia explica que se a educação fosse comparada a um filme, o pai seria o principal protagonista quando o filho alcançasse a adolescência, principalmente os rapazes. Este é o momento da desorientação e da confusão. É quando precisam de um apoio firme e seguro. É quando encontram no pai um modelo para identificar-se.

Na política, o pai é equivalente à mãe do juiz, no futebol. Todo mundo acha comum quando o filho segue os passos do pai médico. É louvável quando o filho segue a carreira do pai advogado. Filho de político quando quer se tornar político, há quem ainda veja com ressalva. Como se filho de político não fosse cidadão, não tivesse o direito de participar do exercício da democracia.

Esquecem estas pessoas que, do mesmo jeito que o filho do médico cresce em meio a estetoscópios e o filho do advogado entre vade mecuns e livros de doutrina jurídica, o filho do político sempre vê o pai com projetos de lei, discutindo indicações, comentando requerimentos, atendendo pessoas… pelo menos sempre foi assim na minha casa.

O escritor francês Victor Hugo, autor de “Os Miseráveis”, obra que inspirou musical da Broadway, que por sua vez inspirou o filme de Tom Hooper, que recebeu várias indicações para o Oscar, disse em “A Lenda dos Séculos”, que “o maior sonho dos heróis é ser grande em todos os lugares e pequeno com o seu pai.”

Não, também não tenho a pretensão de ser herói. Mas me considero filho de um. Ontem, dia 2 de março, ele fez 64 anos. Parabéns, Pedro Fernandes! Parabéns, pai!

*Administrador, atualmente é vereador por São Luís

Adeus a Décio Sá

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A minha homenagem a Décio Sá eu vou buscar em George Orwell:  “jornalismo de verdade consiste no que alguém não quer ver publicado; o resto é relações públicas”.

Do amigo

Pedro Fernandes

Cidades Homenagea as Mulheres

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Como forma de integrar e promover uma reflexão sobre o papel da mulher, a Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano promoveu um encontro envolvendo gestoras, funcionárias, mulheres beneficiarias do PAc Rio e esposas de funcionários.

O evento foi realizado na sexta, dia 9, no auditório da SECID. O secretário das Cidades abriu o evento falando sobre a importância da mulher e a valorização da profissional, mulher, mãe , não somente no dia 08 de março mas todos os dias. Ressaltou ainda que a presença feminina a frente das instituições públicas e privadas tem apresentado grandes resultados “ A homenagem é apenas uma referência para que lembremos de todas as conquistas sociais, políticas e econômicas que as mulheres obtiveram ao longo do tempo”, enfatizou Pedro Fernandes.

Em seguida a secretária da Mulher, Catharina Bacelar proferiu uma palestra sobre políticas públicas e os avanços conquistados pelas mulheres. Logo após a técnica do Instituto Terra, Sabina Correa ministrou uma palestra com o tema: missão social.

Dentre as participantes do evento estavam a secretária da mulher, Catharina Bacelar auditora Helena Costa, a presidente da Jucema, Sueline Moraes, Flávia Alexandrina, gerente da Caixa Econômica, Ana Cláudia Castro,gerente de negócios imobiliários do Banco do Brasil, dentre outras autoridades.