Flor

Hoje é dia 8 de março, dia Internacional da Mulher, eu não poderia deixar esse dia passar em branco, não apenas por eu ser um político, mas, principalmente por ser um homem que teve nas mulheres de sua vida (mãe, esposa, sogra, filhas, irmãs, noras, tias, primas, amigas, colegas…) um exemplo de fortaleza, delicadeza e parceria.

8 de março é um referencial de luta. Muito já foi conquistado: No Brasil, o primeiro marco foi em 1932, quando foi estendido à mulher o direito ao voto. Em 1988, veio a maior conquista: a Constituição Federal, que consagrou, pela primeira vez na história do País, a igualdade de gênero como direito fundamental. Em 2002, o Novo Código Civil consolidou as mudanças constitucionais. Recentemente, em 2006, a Lei Maria da Penha definiu um novo marco na proteção dos direitos das mulheres.

Mas ainda há muito a conquistar. O brasileiro precisa mudar seu valores em relação à mulher. Existem três grandes obstáculos: o abismo salarial entre os dois sexos, os poucos cargos políticos ocupados por mulheres e a desigualdade no acesso à educação. Segundo dados do Ministério Público Federal, as mulheres ocupam a maioria dos bancos das universidades (quase 60%) e estudam mais que os homens, mas, em termos proporcionais, ingressam menos que os homens no Ensino Fundamental. A participação no governo também é desigual, apesar de mais da metade da população ser do sexo feminino. No Poder Legislativo, por exemplo, a média de mulheres é de apenas 12%. Precisamos reverter esse quadro.

Enquando isso, coloco-me ao lado das mulheres como parceiro nessa luta!

Mulher, meus sinceros parabéns!

Pedro Fernandes.